Hoje vou escrever sobre a morte; a minha morte; que um dia chegará! Tenho certeza! Mas suponhamos que chegue hoje! Então isso será tipo uma carta de despedida.
Primeiro: Não tenho medo da minha morte! Mas tenho medo da
morte de quem eu amo! Poderia encher vocês de clichês, tipo: Poha, me arrependi
de muita coisa que fiz na vida e hoje faria tudo diferente! Não. Mas poderia
dizer também que não me arrependo de nada! Tudo valeu a pena! Pelo menos até
aqui, não sinto orgulho de minha vida; Tudo bem, não me arrependo de nada! Mas não
me arrependo, como um cego! Devo ter feito muita merda que não tenho
consciência! E se tivesse talvez me arrependeria! Vi um vídeo do professor
Ruben Alves dizendo que era utópico quando jovem, mas depois de velho,
abandonou esse pensamento! Vi o vídeo em que ele fala que não acreditava na
utopia quando eu estava no início da caminhada. Acho que ele percebeu que o
jovem é movido por utopias (o jovem normal, que pensa). Porque depois quando a
gente se conheceu, ele disse que a utopia move o mundo pra evolução! Daí perguntaram
pra ele: Por que esse fulano reclama tanto da vida e do mundo e não se mata?! O
professor respondeu: Ele não se mata pelo mesmo motivo que eu não me matei! O
mundo é belo! Mano, como se matar e se privar de tanta beleza?! E quem fez o
mundo? Deus.
Obrigado Senhor!
Dizem que se você pensar na morte o tempo todo; que a morte
está ao seu lado em tudo o que você faz, você fará as coisas com mais
intensidade!
Ok. Então um assassino psicopata matará sem culpa pensando
assim.
Será que não é melhor pensar no Amor?!
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